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Fonte

Artigo publicado na revista "Refesa" em fins de 1970 dava uma prévia do planejamento da RFFSA para o pátio ferroviário de Brasíia, de acordo com o Plano Piloto de Lucio Costa.

Esplanada Ferroviária

PPCUB
Plano Piloto de Brasília
Pátios ferroviários
"Pátio de Brasília será o maior"
SIA
Soja
Areia e Trigo
Sucata
Coque
Containers
Inflamáveis
UTE

Referências

Lúcio Costa
Relatório do Plano Piloto
de Brasília

4 – Como decorrência dessa concentração residencial, os centros cívico e administrativo, o setor cultural, o centro de diversões, o centro esportivo, o setor administrativo municipal, os quartéis, as zonas destinadas a armazenagem, ao abastecimento e às pequenas indústrias locais, e, por fim, a estação ferroviária, foram-se naturalmente ordenando e dispondo ao longo do eixo transversal que passou assim a ser o eixo monumental do sistema (fig. 4). Lateralmente à intersecção dos dois eixos, mas participando funcionalmente e em termos de composição urbanística do eixo monumental, localizaram-se o setor bancário e comercial, o setor dos escritórios de empresas e profissões liberais, e ainda os amplos setores do varejo comercial.

14 – Acima do setor municipal foram dispostas as garagens da viação urbana, em seguida, de uma banda e de outra, os quartéis e numa larga faixa transversal o setor destinado ao armazenamento e à instalação das pequenas indústrias de interesse local, com setor residencial autônomo, zona esta rematada pela estação ferroviária e articulada igualmente a um dos ramos da rodovia destinada aos caminhões.

Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

  

Trens de passageiros

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Antigos trens de passageiros

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Plataforma de embarque: 1995

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Trens de passageiros
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Trens turísticos

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Trem da Mantiqueira
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Antigos trens turísticos

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Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes

Calendário 1987
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Mapa do pátio ferroviário de Brasília
Mapa do pátio ferroviário de Brasília, até onde chegou a ser construído

Pátio Ferroviário de Brasília
“Pátio de Brasília será o maior”


 
Revista "Refesa", Nov/Dez-1970
Acervo: José Emílio Buzelin (SPMT) / Pesquisa e digitalização: Christoffer R.

“Pequeno mundo

“Mesmo agora, quem for ao Distrito Federal e quiser comprovar, verá que o empreendimento justificaria a filosofia dos ufanistas e as assertivas presidenciais de que "ninguém mais segura este país".

Realmente, um pequeno mundo, onde cada coisa possui lugar e as largas avenidas, em grande parte edificadas, terão trens a percorrê-las, buzinando, orgulhosos, entre os modernos armazéns e depósitos.

“O pátio, na verdade, soma 5 outros: o pátio da estação, o do Setor de Indústria e Abastecimento, o do Setor de Inflamáveis — já em funcionamento com o terminal da Petrobrás —, o do Setor de Abastecimento e Armazenagem [SAAN?] e mais a área destinada ao Centro Integrado de Abastecimento de Brasília [Ceasa / Conab / Cibrazem?].

    Minúsculo prédio da RFFSA - Rede Ferroviária Federal em Brasília, em 1970
Por algum curioso motivo, o acanhado conjunto de loja / sobreloja da RFFSA na W3 Sul foi utilizado como ilustração da reportagem ufanista. Refesa era uma publicação bimestral do Dep. Relações Públicas da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA).

“No primeiro serão localizados o edifício da estação de passageiros, os prédios da administração e de moradia do pessoal, as instalações para limpeza e manutenção de carros de passageiros, áreas para triagem e composição de trens de carga, armazéns de mercadorias destinados aos órgãos governamentais, dependências para conserva do material rodante e do permanente, linha para as pontes rolantes, para carga e descarga de cofres de carga (containers), e para movimentação de piggy-back, depósito de óleo, subestação, torre de controle geral, balança, pátios de classificação, de partida e expedição, oficina de material de tração e armazéns de serviço rodo-ferroviário, tudo isso ocupando 4.826 mil metros quadrados.

“No pátio do setor de indústrias [SIA] haverá desvios para armazéns e instalações particulares, e lotes para novas empresas numa extensão de 237 mil m².

“O Setor de Inflamáveis contará com uma passagem superior rodoviária e lotes circulares destinados às instalações das companhias de petróleo e gás engarrafado, somando 123 mil m².

“Exatamente 1 milhão e 6 mil metros quadrados abrigarão os armazéns particulares do Setor de Abastecimento e Armazenagem [SAAN?], restando mais 558.700 m² para o Centro Integrado de Abastecimento de Brasília [Ceasa].

“Vale acrescentar, ainda, que os desvios, somados, no total de 137.542 km, pouco faltam para igualar-se às linhas de uma das Divisões da RFFSA — a 14ª Divisão Santa Catarina, que conta 184 quilômetros.

“Brasília

“Desde 21 de abril de 1968, há pouco mais de dois anos, portanto, Brasília conta com uma estação ferroviária provisória — Bernardo Sayão, que deve ter movimentado, numa estimativa válida, perto de 150 mil passageiros desde que entrou em funcionamento, nos dois sentidos.

“Cimento, madeira, gasolina e óleo predominam no transporte de carga, especialmente os combustíveis, enfileirados em composições de 40 vagões [N.W.: provável extensão do pátio em Bernardo Sayão], os quais asseguram o abastecijmento de todos os veículos automotores do planalto central e grande parte de Minas, a preços mais convenientes do que os cobrados antes da chegada dos trilhos.

“Quando for inaugurada a Estação de Brasília — assim se chamará — a pouco mais de 6 quilômetros do Eixo Monumental e da Estação Rodoviária, isto é, quase no centro da cidade, em linha reta [N.W.: Leia-se "a pouco mais de 6 km da Estação Rodoviária, na extremidade do Eixo Monumental"], Bernardo Sayão, à margem do Núcleo Bandeirante, passará a parada de subúrbio, prolongando-se na direção de Posto Ipê, Calambal e Engenheiro Amorim.

“Conforme convênio firmado a 27 de julho último com a Novacap (Cia. Urbanizadora da Nova Capital), vinculada hoje ao governo do Distrito Federal, o Departamento Nacional de Estradas de Ferro destinará Cr$ 30 milhões para o projeto completo da estação definitiva, encarregando-se da construção e dos serviços de urbanização do pátio e suas imediações, acessos rodoviários e extensão das redes de eletricidade, águas, esgotos e serviços complementares.

“A obra propriamente dita terá início no próximo ano, devendo estar concluída em 1972. No atual exercício foram consignados Cr$ 900 mil para esse trabalho, já estando o 2º Batalhão Ferroviário — o glorioso Batalhão Mauá —, sob o comando do cel. Raimundo Saraiva, empenhado no assentamento dos 225 quilômetros de linhas apenas dentro do pátio.”

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Esplanada Ferroviária
"Pátio de Brasília será o maior" | Pátios ferroviários | SIA | PPCUB
Localização (1977) | Extremidade norte | Extremidade sul | Além do viaduto
Soja | Areia e Trigo | Sucata | Coque | Containers | Inflamáveis | UTE
Estação ferroviária de Brasília
Camuflagem | Pilotis | Lanchonete | Subsolo | Piso superior | Torre sul | Torre norte | Plataformas
Abastecimento | Como seria | Maquete | Como ficou
Estação Bernardo Sayão
A chegada do trem a Brasília
Um trem para Brasília | O primeiro trem para Brasília
"Trens de luxo para Brasília" | Expresso Brasil Central | Reinauguração do Bandeirante
Ligação Santos-Brasília | Balanço de fim de jornada
Pátio de Brasília será o maior | A nova estação de Brasília
Abastecimento de combustíveis | Variante Pires do Rio e mudança do DNEF
A logística da construção | As ferrovias da Novacap
4ª viagem Experimental de trem para Brasília | Os trens experimentais do GTB
   

Ferrovias

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Ferreoclipping

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