Agricultura, 1862
Ferrovias etc.

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[EF D. Pedro II]

Raios de curvatura

(...)

O contracto da via ferrea de D. Pedro II, foi muito cauteloso neste ponto; admittiu para minimo das curvas, aquelle que está adoptado nas estradas de 1ª ordem; mas tendo a experiencia demonstrado na execução das obras da 3ª secção, que uma grande economia, cerca de cento e cincoenta contos de reis, poderia se colher, se fosse permittida a admissão de raios de curvatura de 600 pés, accedeo o Governo que se permittissem estas curvas nos quatro pontos reclamados pela Directoria, como se vê do Aviso de 31 de Julho de 1862 annexo sob n. 18, limite este, que está áquem do que foi estabelecido para as vias ferreas da Allemanha.

(...)

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Observo mais que o Governo na approvação dos planos da 2º e 3ª secções e na sua construcção tem admittido raios de curvatura menores do que os permittidos pelo contracto, attendendo sempre á economia da construcção, vantagens da linha, sempre dentro dos limites admittidos não só pela sciencia como pela experiencia.

Fainalmente autorisou o Governo um caminho de ferro provisorio, para ligar a 3ª secção com a parte da 2ª já entregue ao trafego, em quanto não se conclue o grande tunel.

tiff 105

Tabella n. 2

Orçamento da despeza, que se terá de fazer com a garantia de juros ás estradas de ferro e de rodagem no exercicio de 1864-1865

Estrada de ferro de D. Pedro II

7% sobre (20.466:666$666?), capital realizado em acções e em emprestimos, deduzindo-se o rendimento liquido presumivel da estrada, no valor de (276:666$666?), fica (1.156:000$000?) competindo ao Governo Geral, correspondente a 5% sobre o capital acima, a quantia de... (825:714$xxx?)

De Pernambuco

5% sobre os capitaes empregados nas obras concluidas, presumindo-se que nellas foram gastas £ 1.200.000, garantidas ao cambio de 27 ds. por 1$000... (533:333$300?) (isso daria um capital de 10.666:666$???

Da Bahia

5% sobre os capitaes empregados nas obras concluidas, presumindo-se que foram gastas £ 1.800.000 ao cambio de 27 ds. por 1$000.... (500:000$000?)

De S. Paulo

Nada se pede por isso que a garantia dos juros, durante a construcção da dita estrada deve ser paga nos termos do Decreto de (20?) de Outubro de (1859?), por meio de uma emissão addicional, tendente a augmentar o capital da respectiva Companhia...

Estrada de rodagem União e Industria

(2%?), sobre 3.000:000$000 garantidos pelo Governo para a estrada além Parahyba, e sobre (1.851:651$618?), (?) para a estrada áquem Parahyba... (97:093$064?)

gif 212 em diante

Annexo D

Relatorio do Engenheiro Fiscal da Estrada de Ferro de D. Pedro II

[interino: 31 jan. 1863]

1º -- Estado financeiro da Companhia

(...)

Este capital está empregado do seguinte modo:

Na 1ª Secção 7.103:544$446
(...)
Na 2ª Secção 8.282:110$752
(...)

[há um "empréstimo feito à companhia do Mucury"!]

2º -- Terceira Secção

No mez de Abril começaram os trabalhos preliminares para a construcção de 33 milhas da 3ª secção a partir da fazenda do Paraíso do Sr. Assumpção, acabando pouco abaixo da villa da Parahyba do Sul (...)

3º -- Segunda Secção

A locomotiva dos empresarios já percorre parte desta secção até a devisão 9 (1½ legua) que está prompta para receber a superstructura á excepção do tunel n. 3.

(...)

[elevação de aterro na 1ª secção, que andou sendo inundado]

[gif 473 etc. - choro de Mariano Procopio, União e Industria (e a EF D. Pedro II nem havia chegado a Rodeio!]

 

Agricultura, 1862
Relatorio que devia ser presente á Assembléa Geral Legislativa (...) pelo ministro e secretario de Estado dos negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas
Pedro de Alcantara Bellegarde
Rio de Janeiro - Typographia Perseverança, 1863

Ferrovias
Obras públicas: ferrovias

Relatórios

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Referências

Planos ferroviários | Linhas concedidas do plano de 1890 | EF Tocantins | Cia. Mogiana | Linha Angra-Catalão | EF Goiás | Ramal de Pires do Rio | O prolongamento da Central do Brasil | A linha da Cia. Paulista
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