Diário de Brasília, 1958
Ferrovias para o planalto

Capítulo da mensagem do presidente Juscelino Kubitschek ao Congresso Nacional,
de 15 de março de 1958 [cf. DB2:179-186]

A fim de dar execução à Lei nº 3.273, de 1º de outubro de 1957 — que, em cumprimento do art. 4º, § 3º, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, determina se transfira, em 21 de abril de 1960, a capital da União para o novo Distrito Federal, já delimitado no planalto central do País — vem a administração incrementando vigorosamente a conclusão das obras básicas do plano-piloto e das vias de acesso à futura sede do governo.

Os serviços de construção de Brasília foram praticamente iniciados, em fevereiro de 1957, pela companhia urbanizadora criada pela Lei nº 2.874, de 19 de setembro de 1956. A celeridade que pôde a Novacap imprimir à sua ação e os resultados que vêm coroando os seus esforços devem-se, de um lado, à flexibilidade administrativa que lhe foi outorgada e, de outro, ao harmonioso funcionamento dos seus órgãos soberanos: o Conselho Administrativo, o Fiscal e a Diretoria, todos eles integrados por um terço de elementos pertencentes à oposição.

Somente a adoção de um regime de responsabilidade coexistente e dividida, aliado à rapidez na tomada de decisões, como o que caracteriza as sociedades anônimas, permitiria levar avante, com êxito, empreendimento dessa magnitude, no prazo que lhe foi assinado pelo Congresso Nacional.

Cumpre esclarecer que a companhia não tem por objetivo edificar todo o conjunto da capital, mas tão somente realizar-lhe a urbanização — disposição geral das quadras, abertura de ruas, instalações de parques e play-grounds, serviços básicos de utilidade pública, tais como água, esgotos, força e luz — e construir o núcleo da administração federal: palácios presidenciais, edifícios ministeriais, casas do Legislativo e do Judiciário. As demais edificações caberão à iniciativa privada.

Como providência preliminar foi realizado o concurso para escolha do plano-piloto da cidade, ao qual concorreram 26 arquitetos. A Comissão Julgadora — constituída de autoridades internacionais e nacionais em Urbanismo e Arquitetura — decidiu-se pelo projeto Lúcio Costa. Logo a seguir, a companhia iniciou, na área do futuro Distrito Federal, a implantação de seus serviços e sementeiras de trabalho. Assim, construiu alojamentos para operários solteiros; alojamentos para funcionários e engenheiros; casas para engenheiros e funcionários casados; casas para operários casados, escritórios e depósitos; restaurante, residência provisória do Presidente da República; olaria com forno reversível; 1 serraria; 1 usina-piloto de 15 HP; rede de abastecimento d'água do acampamento central e respectiva caixa distribuidora; 250 km de estradas de acesso; 1 escola primária com capacidade para 200 alunos em cada turno (projeto Niemeyer); estação de passageiros do aeroporto comercial com agências nas [das] diversas companhias de transportes aéreos e outras instalações auxiliares.

Plano de obras

As obras projetadas com o fim de permitir a instalação da capital federal e o seu povoamento compreendem os edifícios públicos: palácio residencial do Presidente da República, palácio de despacho do Chefe da Nação, edifícios ministeriais, palácio do Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal; os edifícios residenciais: residências para senadores e deputados federais, residências para os membros do Poder Judiciário, residências para os servidores dos Três Poderes da República, a fim de garantir o regular funcionamento dos respectivos serviços; os estabelecimentos de hospedagem: Hotel de Turismo; os serviços de utilidade pública: luz e força, água e esgotos, comunicações (telegrafia, radiotelegrafia, telefonia e radiotelefonia); e os transportes interestaduais: aéreos, rodoviários, ferroviários.

Com referência aos edifícios públicos, esclareça-se que o palácio residencial do Presidente da República se acha em fase de construção adiantada e deve ser inaugurado a 3 de maio do corrente ano; o palácio de despacho do Presidente já foi iniciado e prevê-se a sua conclusão em 1959; os edifícios ministeriais deverão estar ultimados até o primeiro trimestre de 1960, o mesmo ocorrendo com o palácio do Congresso Nacional, que é o de maior relevo, pelo seu aspecto monumental. Em 1959 estará igualmente construído o edifício do Supremo Tribunal Federal.

No que concerne aos edifícios residenciais, programas especiais de construção foram organizados com a cooperação dos Institutos de Previdência Social da União.

Assim, o Ipase, nas duas quadras que adquiriu, fará erguer, imediatamente, dois conjuntos constituídos de 1.200 apartamentos, destinados aos membros do Congresso, do Poder Judiciário, e a outras autoridades. Do projeto do IAPC, orçado em Cr$ 848.400.000,00, e compreendendo a construção de 168 casas populares duplex e de 11 edifícios, com 398 apartamentos, já foram iniciadas as obras de 3 edifícios, com 108 apartamentos. Do projeto do IAPI, compreendendo 25 blocos, com 360 apartamentos, e prevendo o investimento de Cr$ 470.000.000,00, estão concluídas as fundações de 7 blocos. O IAPTEC projetou, também para entrega em 12 meses, a construção de 11 edifícios, com 420 apartamentos, pelo custo total de Cr$ 724.913.883,00. Por sua vez, o Instituto dos Bancários está investindo Cr$ 600.000.000,00 na construção de 11 edifícios, com o total de 456 apartamentos. Pela Caixa Econômica Federal estão sendo construídas 74 casas residenciais, de um projeto de 148, e 40 lojas para o comércio local. A Fundação da Casa Popular, a seu turno, deverá ter prontas, em maio do corrente ano, 500 residências completas, cuja aquisição será facultada aos candidatos que satisfizerem às exigências regulamentares.

Esses investimentos estão sendo feitos diretamente pelas adminsitrações das entidades respectivas e se aplicam à construção de residências para seus próprios contribuintes, de acordo com os programas normais de atividades específicas desses órgãos.

À iniciativa privada foi reservado considerável contingente, na edificação da nova capital. E o interesse, cada vez maior, pela compra de lotes urbanso em Brasília demonstra, cabalmente, que não faltarão recursos particulares de vulto para que se complete a grande obra nacional encetada pelo governo.

Além dos edifícios destinados ao serviço público, a Novacap está construindo o Hotel de Turismo, cuja inauguração se fará a 3 de maio deste ano. Obedece o mesmo aos mais modernos padrões internacionais no gênero e disporá de 180 apartamentos.

No que concerne aos serviços de utilidade pública, damos a seguir a situação dos trabalhos.

Já está com seus estudos e projetos concluídos a construção da hidrelétrica do rio Paranoá, distante três quilômetros da cidade, com o aproveitamento previsto de 25.000 kW de força. Sua instalação estará terminada em abril de 1959.

Os estudos, projetos e construção dos serviços de água e esgotos prevêem a extensão das respectivas redes, em conformidade com o desenvolvimento dos trabalhos de urbanização. A 3 de maio próximo se inaugurará a rede distribuidora de esgotos e de águas pluviais de uma unidade de vizinhança.

Para as suas comunicações, Brasília já conta com o serviço de radiotelegrafia da FAB e da Real Transportes Aéreos. Pela nova cidade passa, ainda, a linha telegráfica que liga Luziânia a Formosa. As ligações telefônicas interestaduais se farão através da extensão da rede de Araguari até a nova capital. Como a radiotelegrafia, através de microondas, oferece grandes vantagens de ordem econômica e técnica, está sendo providenciada a instalação em Brasília de uma agência da empresa concessionária desse serviço.

Quanto aos transportes aéreos, Brasília já dispõe de aeroporto pavimentado, com 3.300 metros de extensão, capaz de receber qualquer tipo de aeronave e equipado com instrumentos para pousos noturnos. Disporá, ainda neste ano, dos mais modernos serviços de proteção ao vôo.

Por outro lado, os aeroportos de Uberaba, Uberlândia, Goiânia e Anápolis vêm sendo modernizados, de acordo com os planos do Ministério da Aeronáutica. Várias companhias de aviação comercial — Vasp, Real-Aerovias, Lóide Aéreo, Cruzeiro do Sul e Paraense de Transportes — já incluíram Brasília em suas rotas regulares.

No campo das comunicações terrestres, a localização da nova capital no planalto central brasileiro veio acelerar a execução do sistema nacional de ligações rodoviárias, unindo aquela região a grandes centros econômicos e industriais do País — Rio, São Paulo e Belo Horizonte — e, por conseguinte, entrosando-a com as redes ferroviárias e rodoviárias nacionais.

Os estudos levados a efeito pela Novacap determinaram prioridade para a construção da ligação Brasília - Anápolis, ponto obrigatório de passagem da BR-14, uma vez que esta, entroncando com a BR-33, fará ligação imediata com São Paulo e possibilitará o abastecimento da nova capital pela rica região de Anápolis.

Dando continuidade à ligação de São Paulo e Brasília, já foi entregue ao tráfego o trecho São Paulo - Matão, da rodovia BR-32, pavimentada; de Matão a Frutal, a BR-33 entronca, acima de Frutal, com a BR-14, ou Transbrasiliana, que atinge Anápolis. Os últimos trechos ficarão concluídos em fins do corrente ano.

A ligação Brasília - Belo Horizonte, tendo como pontos de passagem obrigatória Luziânia, Cristalina, Paracatu, João Pinheiro, Três Marias, Felixlândia e Sete Lagoas, já teve sua construção iniciada pela Novacap, de acordo com as atribuições e recursos delegados pelo DNER.

Em síntese, a rede rodoviária que servirá a nova capital compreende ligações: a) com o Triângulo Mineiro, São Paulo e, conseqüentemente, com os Estados do Sul; b) com Belo Horizonte e Rio de Janeiro; c) com o Nordeste; d) com o Norte (via Anápolis); e) com o Oeste.

Como se vê, a pronta ligação de Brasília com o resto do País torna-se possível graças ao seu entrosamento natural com o sistema rodoviário brasileiro, que já vinha sendo atacado de maneira intensa pelo governo da União, antes de resolvida a mudança da capital, e que obedece a interesses de ordem econômica, social e estratégica.

Essa ligação com todas as capitais dos Estados se fará, apenas, e conforme foi ressaltado, com a realização de 5 trechos constantes do Plano Rodoviário Nacional. Antecipando-lhe a conclusão, a mudança da capital abre novas perspectivas ao mercado consumidor de produtos manufaturados e desenvolverá uma zona de vastos recursos potenciais.

A ligação rodoviária com Brasília vem sendo executada pela Novacap, através da adoção, mediante acordo, do regime de delegação de recursos orçamentários destinados ao DNER, sob a fiscalização deste departamento.

Do mesmo modo, através de obras delegadas à Novacap pelo Ministério da Viação e Obras Públicas, vias férreas unirão São Paulo e Belo Horizonte a Brasília.

A ligação com São Paulo e Minas Gerais será feita com a construção inicial de um trecho de 86 km até o local denominado Surubi. Nesse ponto, o tronco se biparte, dirigindo-se uma das linhas a Pires do Rio, na Estrada de Ferro Goiás, para articular-se com o sistema de bitola de metro — Mogiana, Rede Mineira e Goiás — de onde prosseguirá até Colômbia, na Estrada de Ferro Paulista. A outra infletirá rumo a Pirapora, no prolongamento da Estrada de Ferro Central do Brasil. Essa ligação obedecerá às seguintes etapas:

a) Brasília-Surubi (conexão das linhas de Goiás, Paulista e Minas — 86 km);

b) Surubi - Pires do Rio (entroncamento com a linha de Goiás — 146 km);

c) Surubi-Pirapora (ligação com a Estrada de Ferro Central do Brasil — 410 km).

A interligação dessa rede demanda a construção de 1.080 km de linhas férreas, obedecendo às seguintes bitolas:

O trecho Brasília - Surubi - Pires do Rio está sendo construído para receber linha de bitola mista, e permitirá, desde logo, as comunicações de Brasília com o sistema ferroviário de bitola de metro, constituído pelas Estradas de Ferro Goiás, Rede Mineira e Mogiana. O trecho até Surubi, numa extensão de 86 km, será inaugurado a 3 de maio próximo. Seu prolongamento até Colômbia (segundo trecho), prevendo apenas a implantação da bitola de 1,60 m, permitirá as comunicações com a nova capital pela rede de bitola larga do Estado de São Paulo.

O prolongamento da Estrada de Ferro Central do Brasil, de Pirapora a Brasília, realizado simultaneamente com o alargamento do trecho daquela ferrovia entre Belo Horizonte e Pirapora, ligará Brasília à capital do Estado de Minas e ao Rio de Janeiro, em linha de bitola de 1,60 m. Os serviços vêm sendo atacados numa extensão de 90 km, dos quais já se concluíram aproximadamente 80% com terraplenagem e obras d'arte correntes.

A Divisão de Construção de Estradas de Ferro da Novacap, encarregada desses serviços, até 30 de dezembro de 1957 executou as seguintes tarefas: 426 km de reconhecimento aéreo; 95 km de exploração; 95 km de projeto; 95 km de locação.

Em ritmo acelerado vem operando nos seguintes trechos: 86 km de "grade" (Brasília-Surubi); 76 km de grade (Pirapora - Pires do Rio).

Plano urbanístico

O plano urbanístico da futura capital abrange, nos eixos rodoviários norte e sul, respectivamente, 30 superquadras duplas, 94 superquadras, 91 quadras de habitações individuais e geminadas, 88 quadras de comércio local, 14 quadras comerciais e 26 comerciais-residenciais.

A Novacap vem executando, para entrega a 3 de maio próximo, as seguintes tarefas de urbanização propriamente dita: terraplenagem da esplanada de Brasília, de 300 m de largura por 2 km de extensão, onde serão instalados a estação ferroviária de passageiros e carga, armazéns, galpões de locomotivas e vagões, e outros serviços; terraplenagem do eixo monumental, inclusive o triângulo dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios; terraplenagem do eixo residencial (um trevo); park-way; terraplenagem e pontes; entroncamento das estradas de Anápolis e Belo Horizonte, numa rodovia dupla com seis pistas de tráfego, que vai terminar no eixo residencial *[EPIA-EPGU]; ligação aeroporto - eixo residencial *[EPAR]; pintura asfáltica dos acessos à esquerda da estrada do Cruzeiro; pintura asfáltica de uma pista de acesso ao Palácio da Alvorada; conclusão de uma unidade de vizinhança (15.000 habitantes), compreendendo 6 quadras de blocos de apartamentos, 2 quadras de casas populares (500), 2 quadras de comércio, escola, igreja, mercado, campo de esportes, posto de saúde, cinemas, lojas; conclusão de uma unidade de vizinhança à margem do lago (parte externa), compreendendo: 6 conjuntos de casas residenciais e 1 conjunto comercial; avenida perimetral externa (setor sul); plano urbanístico no setor norte, constituído de: 15 superquadras duplas *[aparentemente, 402-416], 45 superquadras *[102-316], 45 quadras de habitações individuais geminadas *[posteriormente agrupadas 702-716], 44 quadras de comércio local *[posteriormente comerciais-residenciais CLN], 14 quadras comerciais *[?] e 13 quadras comerciais-residenciais *[CRLN 502-516]; no setor sul: 15 super-quadras duplas *[402-416], 45 superquadras *[102-316], 46 quadras de habitações individuais geminadas *[posteriormente agrupadas 702-716], 44 quadras de comércio local *[CLS], 14 comerciais e 13 comerciais-residenciais *[502-516?].

Plano financeiro

Os recursos com que a Novacap vem operando procedem de:

a) Crédito especial de Cr$ 125.000.000,00, constante da Lei nº 2.874, para atender às despesas de organização, instalação e início dos serviços da companhia.

b) Emissão de 700.000 "Obrigações Brasília", do valor nominal de Cr$ 1.000,00 cada uma, juros de 8% e bonificação de 10% transformada em "obrigação imobiliária". Essa emissão teve a garantia do governo federal e a sua venda foi efetuada através dos bancos autorizados e dos corretores da Bolsa de Valores. A venda alcançou uma renda de Cr$ 385.557.000,00.

c) Empréstimo do Export and Import Bank of Washington, com garantia do governo brasileiro, no valor de US$ 10.000.000,00, juros de 5½% ao ano, calculados sobre o saldo devedor do principal, em vigor à época, pelo prazo de 15 anos. Esse crédito destina-se a auxiliar o financiamento da aquisição, nos Estados Unidos, e exportação para o Brasil, de maquinaria, equipamento, bens de capital e serviços a serem usados na construção de Brasília, inclusive aquisição de estruturas metálicas. Fez-se a aquisição dessas estruturas nos Estados Unidos por não poder a Companhia Siderúrgica Nacional fornecê-las, a não ser que substituísse a sua linha de montagem.

d) Acordos, em regime de descentralização de recursos, firmados com o DNER, DNEF, Ministério da Agricultura e Inep, para execução das obras específicas da responsabilidade desses órgãos e constantes dos planos nacionais de estradas de rodagem e de ferro, e ampliação da rede do sistema escolar primário do País.

e) O autofinanciamento de Brasília está assegurado pelo valor dos 80.000 lotes integrantes da área da cidade, os quais, vendidos ao preço médio de Cr$ 300.000,00 cada um, produzirão uma receita de 24 bilhões de cruzeiros, quantia superior ao custo das obras a que a companhia está obrigada e que foram estimadas em 16 bilhões.

O atual mercado imobiliário não oferece possibilidades para vendas à vista e força a adoção do regime de prestações ao longo de vários anos, Se, por um lado, isto produz maior volume de vendas e maior receita, por outro diminui consideravelmente o montante de recursos de que a Novacap pode dispor imediatamente, para a realização das obras indispensáveis, com prazo certo de conclusão.

A estimativa das necessidades demonstrou que a Novacap, para cobrir o claro resultante do sistema de prestações, deveria contrair um empréstimo da ordem de um bilhão de cruzeiros, utilizável em parcelas mensais de cem milhões cada uma, e resgatável com a receita proveniente da cobrança parcelada dos custos dos lotes. Com tal suprimento liquidável a prazo médio, não se quebraria o princípio do autofinanciamento, pois o crédito se pagaria com as mesmas fontes originariamente destinadas ao custeio das obras e serviços. Tratava-se, portanto, de simples antecipação de receita.

Diante disto, a Novacap, por decisão do Conselho de Administração e da diretoria, recorreu a um empréstimo no Banco do Brasil, no valor de um bilhão de cruzeiros, prazo de um ano, juros de 9%, dando como garantia, em primeira e especial hipoteca e sem concorrência, tantos lotes residenciais ou comerciais na cidade de Brasília quantos perfaçam o valor de 1,5 vezes o valor do crédito.

Além da garantia real acima indicada, a dívida da Novacap está garantida por fiança do Tesouro Nacional, consoante a letra c do art. 2º da Lei nº 2.874, de 19 de setembro de 1956.

   

Documento

Referências

Brasília nos planos ferroviários (DF)
Ferrovias concedidas do plano de 1890 | EF Tocantins | Cia. Mogiana | Ferrovia Angra-Catalão | EF Goiás | Ferrovia Santos - Brasília
O prolongamento da Estrada de Ferro Central do Brasil | A ferrovia da Cia. Paulista | Ferrovias para o Planalto Central | Documentação
A idéia mudancista | Hipólito | Bonifácio | Independência | Império | Varnhagen | República | Cruls | Café-com-leite | Marcha para oeste | Constitucionalismo | Mineiros | Goianos | Projetos de Brasil | Ferrovias para o Planalto Central
 
  
    
 
Sobre o site Centro-Oeste | Contato | Publicidade | Política de privacidade