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1973 - Planos Ferroviários
Plano Nacional de Viação
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Estradas de ferro do PNV 1973 - Sul e Sudeste

O Plano Nacional de Viação de 1973 (Lei nº 5.917 de 10 de setembro de 1973) foi um desenvolvimento do PNV de dezembro de 1964.

Sua parte ferroviária pouco acrescentava (mesmo que apenas no papel) às linhas que existiam de fato — sobreviventes à erradicação de cerca de 7 mil quilômetros a partir de 1964, por recomendação da Comissão Brasil – Estados Unidos do pós-guerra.

Dele não constava, p.ex., a Ferrovia do Aço — anunciada com estardalhaço, no ano seguinte, para ser construída a toque de caixa (1.000 dias), através da serra da Mantiqueira, sem estudos prévios.

Constava, sim, a Transnordestina — interligação das linhas da região, da Bahia até São Luís —, cuja idéia veio a ser ressuscitada na Nova República (governo Sarney, 1984-1990) pelo governador do Pernambuco, Miguel Arraes; que constou do Programa Avança Brasil (governo Fernando Henrique Cardoso, 1995-2002); e ainda não saiu do papel.

Também constavam a EF Carajás e a Ferroeste (Paraná); mas não a Ferrovia da Soja, ou Leste-Oeste (hoje Ferronorte) lançada por Olacyr de Moraes na década de 1980.

Dentro das idéias estratégicas da época, previa duas ferrovias radiais a partir da nova capital da República: de Brasília ao litoral baiano (próximo a Ilhéus); e de Brasília a Vitória — completando os trechos inexistentes do Planalto a Pirapora, e de Diamantina a Governador Valadares.

Não é fácil perceber a relevância política, econômica, ou mesmo militar, da primeira dessas radiais, na ausência de qualquer porto, indústria ou unidade militar de importância, no ponto indicado do litoral baiano (Campinho, ao norte de Ilhéus). Mais importante, provavelmente, seria a variante de Iaçu a Alagoinhas — melhorando a conexão de Salvador e do Nordeste, não tanto com Brasília, mas principalmente com o Sudeste.

  
 
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Planos ferroviários
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1874: Plano Ramos de Queiroz | 1874: Plano Rebouças | 1881: Plano Bicalho | 1882: Plano Bulhões
1882: Plano Ramos de Queiroz (II) | 1886: Plano Rodrigo Silva | 1890: Plano da Commissão | 1912: Plano da Borracha
1926: Plano Baptista | 1926: Plano Pandiá Calógeras | 1927: Plano Paulo de Frontin | 1932: Plano Souza Brandão
1934: Plano Geral de Viação Nacional | 1951: Plano Nacional de Viação | 1955: Comissão Pessoa
1956: Plano Ferroviário Nacional | 1964: Plano Nacional de Viação (Sul e Sudeste) (DF)
1973: Plano Nacional de Viação (Sul e Sudeste) | PNLT | PAC (Mar. 2009) | As ferrovias construídas (Dez. 2004)
Obs.: Os mapas dos planos viários são, em geral, recentes, e muito provavelmente incompletos e/ou inexatos.
Ainda sem exame dos textos e/ou mapas originais (11-Jul-2005 ). Lembrar que o Acre só foi incorporado no século XX;
Belo Horizonte só foi construída no início da República; e Goiânia, no primeiro período Vargas.
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