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Distribuição dos trilhos do pátio ferroviário de Brasília Eixo Monumental
Vista de satélite da distribuição dos trilhos do pátio ferroviário na esplanada da estação de trem ATC (soja) Estação (EBZ) Coque Tecon (containers)
  

Como foi, como seria, o que resta da
Esplanada ferroviária

Na imagem à esquerda, o esquema das linhas na esplanada da Estação Ferroviária de Brasília, reconstituído a partir de imagens de satélite e mapas da Codeplan.

A linha mais extensa, que deriva embaixo à esquerda e segue quase reta até o alto, teria 2,8 ~ 2,9 km.

As linhas tracejadas não existem, embora imagens de satélite ainda permitam identificar onde estariam.

A linha dupla que passava entre as duas plataformas da estação foi retirada, aterrada e asfaltada, tornando-se embarque rodoviário.

Os mapas confirmam as dimensões do terreno indicadas por Délio Araújo (3 x 1,5 km). O terreno abrangido por essas medidas vai da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), à direita, até o Setor Militar Urbano (SMU), cuja Vila dos Sargentos é visível no topo do mapa, à esquerda. A pista que delimita o terreno ao norte (no alto) é a Estrada Parque do Córrego do Acampamento. Ao sul (embaixo), o início da Via Estrutural (EPCL ou DF-095).

O projeto original, conforme o Plano Piloto de Brasília, previa a instalação de inúmeros armazéns, diretamente servidos pelas linhas do pátio. Até hoje, é o caso apenas do:

Também previa a integração das linhas com o Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA) e Setor de Inflamáveis (SIN), que ocupam áreas adjacentes à esplanada ferroviária.

No SAAN, a única empresa que utiliza os trilhos é a ATC / Multigrain, para o embarque de soja.

No SIA, são (ou foram) atendidos diretamente pelos trilhos:

No Setor de Inflamáveis:

No Setor de Transporte Rodoviário de Cargas (STRC, expansão do SIA):

Na pioneira Estação Bernardo Sayão, encontram-se desativados:

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