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Agenda do Samba e Choro
 

Na prática...

... as coisas não se passaram 100% conforme a teoria.

O comércio local — que deveria abrir-se para o gramado das quadras — deu as costas aos moradores.

Vias internas do Setor Comercial Sul — originalmente separadas entre acesso público (térreo) e de serviço (subterrâneo) — foram estendidas e interligadas, tornando-se vias de passagem.

Mesmo as "Estradas Parque" — arborizadas, afastadas das áreas urbanas, e livres de atropelos — aos poucos vão sendo invadidas por prédios dos dois lados, adquirindo o aspecto das velhas avenidas suburbanas, com passarelas metálicas para reduzir o desastre.

No entanto, permanece o sistema de endereços referentes às quadras e aos setores.

 

Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Sonho e razão: Lucas Lopes, o planejador de JK - 15 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

JK: Memorial do Exílio - 23 Set. 2013

A questão da capital: marítima ou no interior?

No tempo da GEB

Brasília: a construção da nacionalidade

Brasília: história de uma ideia

   

Ruas, avenidas, estradas-parque
Vias de Brasília


 
Flavio R. Cavalcanti

Uma das maiores dificuldades para o recém-chegado a Brasília é que as ruas e avenidas não têm nomes. As principais têm siglas — W1 Norte, W2 Sul, L1 Norte, L2. Outras, nem isso.

Os endereços não se referem às ruas, mas às quadras e/ou setores que equivalem aos quarteirões tradicionais em todas as cidades.

Em linguagem pós-moderna, poderíamos dizer que os endereços são "orientados a objeto" — considerando sua posição cartesiana X, Y — e não ao "caminho", em cuja margem se encontra.

Levando esse conceito às últimas conseqüências, um endereço (quadra ou setor) não "fica" em determinada rua — esta é apenas uma via para chegar a ele.

Felizmente, existe lógica: as quadras "500" e "700" alinham-se ao longo da via W3; as "400" alinham-se ao longo da L2; e assim por diante.

Uma conseqüência dessa concepção é que as vias separam setores e quadras. A W3, por exemplo, separa as quadras "500" das "700" — por isso, endereços são diferentes de cada lado de uma via de passagem (Principal ou Secundária).

As vias foram projetadas dentro de uma hierarquia bem clara — pelo menos, no plano original, que seguia o antigo Código de Trânsito, com velocidades máximas distribuídas entre 80 km/h (Via Principal), 60 km/h (Via Secundária), 40 km/h (Via de Acesso) e 20 km/h (Acesso Local). Dentro das quadras residenciais só existe esta última — sinuosa e sem saída, impedindo o tráfego de passagem. E as ruas próximas a uma quadra residencial (Via de Acesso, 40 km/h) são em geral quebradas em ziguezague, desestimulando o tráfego de passagem que não se destine elas, e tornando incômoda / antieconômica a aceleração excessiva, devido à curta extensão de cada trecho reto.

Por outro lado, um quarteirão nem sempre fica ilhado por 4 ruas — pode-se andar de casa até a escola ou a padaria, sem cruzar trânsito de veículos.

Outra conseqüência é que as quadras não se voltam para as vias próximas — pelo contrário, são protegidas por cortinas de arborização e gramados. Para o acesso, usam-se vias internas, em geral sinuosas e sem saída (o que impede o tráfego de passagem).

Mesmo as vias externas, próximo às quadras residenciais, deixam de ser diretas, exigindo um ziguezague que desestimula o tráfego não destinado a elas.

Por conseqüência desse ziguezague, muitas calçadas percorrem gramados arborizados — longe do tráfego de veículos — e só se aproximam das vias para atravessá-las por semáforo, faixa de pedestres ou passagem subterrânea.

Pontos cardeais

O "ponto zero" deste sistema cartesiano é a Plataforma Rodoviária — onde se cruzam o Eixo Rodoviário (norte-sul) e o Eixo Monumental (leste-oeste / oeste-leste).

A maior parte das vias norte-sul são conhecidas por partes: W-3 Norte e W-3 Sul, etc. Já as vias leste-oeste são conhecidas por siglas únicas, em toda sua extensão.

   

Bibliografia
braziliana

Enciclopédia dos municípios brasileiros - 18 Mar. 2015

Grande sertão: veredas - 29 Out. 2014

Itinerário de Riobaldo Tatarana - 27 Out. 2014

Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 - 26 Out. 2014

Viagem pela Estrada Real dos Goyazes - 9 Out. 2014

  

Bibliografia

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

  

Ferreoclipping

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• Estação Pirajá completa a Linha 1 do Metrô de Salvador - 28 Nov. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

Acompanhe

Vias e Setores do Plano Piloto de Brasília
Água Mineral EPIA N5 Eixo
Rodo-
viário
N5 L4
Norte

















L4
Sul
Av.
Nações
Clubes Lago
Noroeste Camping 916
a
902
W4
e
W5
716
a
702
W3
e
W3½
516
a
502
W2 316
a
302
W1 116
a
102
216
a
202
L1 416
a
402
L2 612
a
602
Campus
da UnB
SMU

SAAN
SRTVN SMHN - Hospitais SMHN SBN / SAN N4
N-3 N-3 N3 Embaixadas
  EPAA SCN SCN - Comercial Norte SBN / SAN
SMU Autódromo
Esportes

GDF
N2     N2 — Via de serviço Plata-
forma
Rodo-
viária

e
Estação
Central
do
Metrô
N2 N2
  SHN - Hotéis SHN - Hotéis   SDN
(CNB)
Cultural Norte Ministérios Planalto
N1 — Eixo Monumental N1 — Eixo Monumental
Ferro-viária Cruzeiro | Memorial | Buriti | Convenções | Torre TV | Fontes Esplanada            Congresso    
Estrutural S1 — Eixo Monumental S1 — Eixo Monumental
SIA Câmara
e
SIG



Cruzeiro

Sudoeste

Octogonal
EPIG TJDFT
SIG
S2 SHS - Hotéis W3 SHS - Hotéis   SDS
(Conic)
Cultural Sul L2 Ministérios STF
Parque
da
Cidade
    S2 — Via de serviço S2 S2
901
a
916
W4
e
W5
SCS SCS - Comercial Sul Eixo
Rodo-
viário
SBS   SAS 601
a
616
Embaixadas
S3 S3 S3
SRTVS SMHS - Setor Médico Hospitalar SBS L1 SAS
Campo da Esperança 702
a
716
502
a
516
W2 302
a
316
W1 102
a
116
202
a
216
402
a
416
S4 - ligação Av. das Nações (L4) - Setor Policial Sul S4 - ligação Av. das Nações - Setor Policial
Asa Norte | Centro | Asa Sul
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