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Agenda do Samba e Choro
  

Relatório da Comissão de Estudos da Nova Capital da União
Typo-lith. Carlos Schmidt, Rio de Janeiro, 1896

2ª Missão Cruls
1894-1896

Instruções (1894)
Pessoal e itinerários
Trabalhos
Ferrovia Catalão-Cuiabá
Ofício Cruls
O local quase escolhido
Relatório de Glaziou

Trata-se do Relatório "parcial" (1896), referente à 2ª Missão Cruls (1894-1895), abortada pelo corte de verbas no governo Prudente de Morais.
  

Sobre Luís Cruls

Louis Ferdinand Cruls
A via Cruls, by Pimentel
Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar

Home to Cruls
  

Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil
Rio de Janeiro, 1894
(Codeplan, Brasília, 1992)

1ª Missão Cruls
1892-1893

Índice
Introdução
Carta de Glaziou
Índice das fotos
Relatório
Pessoal
Ferrovias e desenvolvimento

Trata-se do famoso "Relatório Cruls" (1894), referente à 1ª Missão Cruls (1892-1893), durante o governo Floriano Peixoto.
   
Itinerários das cinco turmas da Comissão de Estudos para o planalto central
Itinerários das cinco turmas da Comissão de Estudos para o planalto central

Relatório Cruls, 1896
Pessoal & itinerários


 
Flavio R. Cavalcanti - 30 Out. 2014

Se a primeira comissão tinha função exploradora, — verificar o terreno e demarcar a área do futuro Distrito Federal, — a segunda deveria realizar estudos para a construção da futura capital do país.

 

Cruls decidiu, para melhor aproveitar o pessoal da Comissão, dividi-lo em cinco turmas, destinadas a seguirem cinco itinerários distintos, que convergiram todos para a zona demarcada pela Comissão Exploradora do Planalto Central.

A primeira, sob a chefia do dr. Henrique Morize, tinha como membros: o engenheiro militar Antônio Cavalcanti Albuquerque, geólogo Eugênio Hussak e o auxiliar técnico Guilherme Meyer; seguiu por mar do Rio de Janeiro até a Bahia e daí até o Juazeiro donde subiu o rio S. Francisco, até o ponto onde cessava a navegação fluvial, dirigindo-se então por terra até a cidade de Formosa.

A segunda, sob a chefia do dr. Hastimphilo de Moura [engenheiro militar. Como general, chegou a governar SP de 24 a 29 out. 1930, em nome da junta militar que havia deposto Washington Luís] tinha como membros o engenheiro militar João José Campos Curado e o auxiliar técnico Luiz de Sousa Barros; partiu da última estação do prolongamento da EF Central [Sabará, cf. Pimentel], e seguiu em direção a Formosa.

A terceira, sob a chefia do dr. Celestino Alves Bastos, tinha como membros: o engenheiro militar Antônio Mariano Alves de Moraes, médico José de Araújo Bulcão e o auxiliar técnico Francisco Lopes de Sant’Anna Lima; partiu da estação de Itapecerica (EF Oeste de Minas) e seguiu em direção à cidade de Santa Luzia, Goiás.

A quarta, sob a chefia do dr. Alípio Gama tinha como membros: o engenheiro Paula Freitas e Custódio Senna Braga, e o auxiliar técnico Antônio Rocha Sant’Ana; partiu de Paredão, margem esquerda do rio S. Francisco, e seguiu para Santa Luzia, percorrendo, porém, itinerário distinto do da terceira turma.

A quinta, sob a direção do chefe da Comissão — Luiz Cruls —, tinha como membros: o geólogo Francisco de Paulo Oliveira, engenheiro Joaquim José Firmino, botânico A. Glaziou e o capitão-mecânico Eduardo Chartier; levou consigo o resto do pessoal e todo o material científico seguiu por Uberaba e Morrinhos até Pirenópolis.

Aos chefes de cada turma foi recomendado que fizessem o levantamento dos itinerários percorridos e recolhessem a maior quantidade possível de informações e de dados sobre as regiões atravessadas.

Ronaldo Rogério de Freitas Mourão. Luiz Cruls: notas biográficas
Rio de Janeiro, Animatógrafo / Brasília, Verano Editora, 2003, p. 52-53

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