Página inicial do site Brasília
Página inicial do site Brasília
 
   
   
Agenda do Samba e Choro
  

Estrada Real dos Goyazes

A Estrada Real dos Goiases foi aberta em 1734, com 3 mil km, da Bahia até a fronteira da Bolívia.

Quase ignorada pela historiografia tradicional, começou a ser resgatada na década de 1980, por pesquisadores goianos / brasilienses que, desde então, iniciaram uma “arqueologia” de seu percurso, identificando vários trechos no terreno.

Estrada Real dos Goyazes
Viagem pela Estrada Real dos Goyazes | Estrada Colonial no Planalto Central
Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 | Preexistências de Brasília
Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madri
Francesco Tosi Colombina | Chegou o governador

Bibliografia
braziliana

Enciclopédia dos municípios brasileiros - 18 Mar. 2015

Grande sertão: veredas - 29 Out. 2014

Itinerário de Riobaldo Tatarana - 27 Out. 2014

Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 - 26 Out. 2014

Memórias do desenvolvimento - 19 Out. 2014

Preexistências de Brasília - 13 Out. 2014

Viagem pela Estrada Real dos Goyazes - 9 Out. 2014

Francesco Tosi Colombina - 3 Out. 2014

Estrada Colonial no Planalto Central - 27 Set. 2014

Chegou o governador - 12 Set. 2014

Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madrid - 3 Out. 2013

  

Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Sonho e razão: Lucas Lopes, o planejador de JK - 15 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

JK: Memorial do Exílio - 23 Set. 2013

A questão da capital: marítima ou no interior?

No tempo da GEB

Brasília: a construção da nacionalidade

Brasília: história de uma ideia

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

Ferreoclipping

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• Estação Pirajá completa a Linha 1 do Metrô de Salvador - 28 Nov. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Bibliografia

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

   
Travessia do “deserto”, passagem pelo atual Distrito Federal e combate final no Paredão (MG)
Travessia do “deserto”, passagem pelo atual DF e combate final no Paredão (MG)

braziliana: Brasília, Brasil
Itinerário de Riobaldo Tatarana


 
Flavio R. Cavalcanti - 27 Out. 2014

Itinerário de Riobaldo Tatarana
Alan Viggiano
Livraria José Olympio Editora
Rio de Janeiro, 2ª ed., 1978
em convênio com INL / MEC

Demorei exatos 10 anos para conseguir ler “Grande sertão: veredas”, de Guimarães Rosa.

Ganhei o livro após a morte do autor, em 1967, e, — apesar de viciado em leitura, alérgico a locais sem nada para ler, — nunca consegui vencer a barreira das páginas iniciais. “Nonada!”.

Nesses casos, insisto, tento algumas páginas adiante, ou abro lá no meio, na busca de algo em que consiga mergulhar, e mais tarde voltar ao começo. Neste caso, porém, não teve jeito.

No 10º aniversário da morte de Guimarães Rosa, o Caderno “B” do Jornal do Brasil publicou um artigo que, para mim, foi a chave da leitura, afinal. Citava, de passagem, as horas, meses ou anos que Guimarães Rosa passou mergulhado nos arquivos sobre a jagunçagem, da Força Pública de Minas [atual PM-MG], onde trabalhou como médico; e nos mapas do Departamento de Geografia e Estatística do Estado de Minas Gerais, onde trabalhou na tradução da correspondência do exterior [p. 61].

   
Capa do livro “Itinerário de Riobaldo Tatarana”, de Alan Viggiano
Capa do livro “Itinerário de Riobaldo Tatarana”, de Alan Viggiano

Depois disso, abri “Grande sertão: veredas”, tendo apenas o cuidado de começar pela terceira ou quarta página, e li até o final, maravilhado.

Quando ouvi falar do “Itinerário de Riobaldo Tatarana”, uns 2 anos depois, — e com mapas!, — não descansei enquanto não comprei um exemplar.

Viggiano deparou-se com alguns lugares da saga de Riobaldo — às margens da rodovia Brasília - Belo Horizonte, por exemplo, aberta por JK — e, à medida em que foi-se aprofundando na pesquisa chegou a uma conclusão estarrecedora, à época:

Guimarães Rosa não inventou sequer um nome, em toda a toponímia utilizada na saga de Riobaldo Tatarana [p. 4].

E mais:

(…) as andanças dos cangaceiros se desenvolviam num sentido lógico, isto é, seguiam não só as trilhas naturais do Sertão e os leitos dos rios, como também as localidades se sucediam na narração e no mapa em uma mesma ordem, provando assim que Guimarães Rosa não só se utilizou de anotações detalhadas para fazer seguir seus jagunços, como também os fez andar na mesma ordem em que ele se movimentou para o recolhimento desse material [p. 5].

A primeira afirmação destói, — como nota o autor, reverente e “sem qualquer intenção iconoclástica”, — a tese de M. Cavalcanti Proença, em Trilhas do grande sertão, sobre como Guimarães Rosa teria criado os nomes das localidades.

A segunda afirmação, — observa Ivana Versiani [p. xxiii-xxvii], — também destrói a tese de Antônio Cândido, em “O homem dos avessos”, de que:

Premido pela curiosidade o mapa se desarticula e foge. Aqui, um vazio; ali, uma impossível combinação de lugares; mais longe uma rota misteriosa, nomes irreais. E certos pontos decisivos só parecem existir como invenções. Começamos então a sentir que a flora e a topografia obedecem frequentemente a necessidades da composição, que o deserto é sobretudo projeção da alma, e as galas vegetais simbolizam traços afetivos.

Na tese de Antônio Cândido, o sertão de Riobaldo seria simbólico, dividido em dois pelo rio São Francisco — um lado real; e o outro marginal, mágico, mítico:

O direito é o fasto; nefasto o esquerdo. Na margem direita a topografia aparece mais nítida; as relações, mais normais. (…) Na margem esquerda a topografia parece fugidia, passando a cada instante para o imaginário, em sincronia com os fatos estranhos e desencontrados que lá sucedem.

Itinerário de Riobaldo Tatarana” demonstra suas conclusões em 4 mapas, com os percursos onde se alinham 57 lugares identificados [ver Cap. XI].

Das quase 230 localidades citadas no livro — cidades, vilas, povoados, ajuntamentos, além de rios, córregos, veredas e lagoas — mais de 180 podem ser localizadas no mapa [p. 10].

Isto exigiu, para começar, desmontar a narrativa literária — trecho por trecho, em seus múltiplos adiantamentos e retrospectos (flash backs), — e remontá-la no que seria a ordem cronológica dos acontecimentos na trajetória de Riobaldo [ver Cap. X].

«» ª … •’ — “”

Índice

[orelhas] Novas trilhas – Ivan Cavalcanti Proença

Nota da Editora. Dados bibliográficos do Autor. Breve cronologia da vida e da obra do Autor. Bibliografia sobre Alan Viggiano. Cartografia.

Itinerário de Riobaldo Tatarana – Paulo Rónai

O “caso” Guimarães Rosa – Fritz Teixeira de Salles

A geografia de um romance – Almeida Fischer

Itinerário de Riobaldo Tatarana de Alan Viggiano – Ivana Versiani (University of Toronto)

Apresentação [da 1ª Edição] – Fernando Correia Dias

Introdução

I – Riobaldo e o Sertão. Itinerário físico. Defecção. Encontro com Diadorim. Primeira travessia: córrego do Batistério.

II – Trilhas do grande sertão. Realidade e ficção. A ótica ideológica. Cidades em Grande sertão: veredas. Rios. O Urucuia [Mapa nº 1].

III – Início do itinerário. Motivação para o cangaço. Rio Jequitaí. Zé Bebelo. Rumo ao Norte. Angicos de Minas. Prisão e julgamento de Zé Bebelo. Gorutuba. Quem-Quem. Segunda travessia: Guararavacã do Guaicuí.

IV – Morte de Joca Ramiro. No limiar do grande segredo. Luta com soldados. Amoipira, Grão Mogol. Rumo ao Norte. Bahia. Malhada Grande. Volta aos Gerais. Mingu. Brejo dos Mártires. Urucuia. Otacília. Serra das Araras. Liso do Suçuarão: Tentativa frustrada. Goiás. A grande viagem.

V – Viagem solitária. Oeste-Leste. Serra da Jaíba. Sentido ideológico. Desastres. Combates: de Cachoeira do Salto à Serra Escura. Dispersão. Trabalho de garimpeiro [Mapa nº 2].

VI – Rio do Sono. Marcavão. Discute-se a chefia. Gosto de liderança. Volta de Zé Bebelo [Mapa nº 3].

VII – Novo chefe. Rio Paracatu. Combate contra os “judas”. Ribeirão do Galho da Vida. São Romão. Ansiedade de Diadorim. São Francisco. Desconfiança e desafio.

VIII – O cinematográfico e o onomatopaico. Guimarães Rosa, o repórter. Veredas Tortas; Veredas Mortas: terceira travessia. Empolgação da chefia. O novo chefe.

IX – Estilo novo. Noroeste de Minas. Liso do Suçuarão. Bahia. Descendo por Goiás. Mata de São Miguel. Vereda do Tamanduá. Duelo de amor. Paredão: a quarta travessia. Combate final [Mapa nº 4].

X – A técnica da retrospecção em Grande sertão: veredas.

XI – Toponímia em Grande sertão: veredas.

Estrada Real dos Goyazes
Viagem pela Estrada Real dos Goyazes | Estrada Colonial no Planalto Central
Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 | Preexistências de Brasília
Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madri
Francesco Tosi Colombina | Chegou o governador
Livros sobre Brasília
Plano Piloto de Brasília | Nas asas de Brasília | História de Brasília | A mudança da capital
No tempo da GEB (O outro lado da utopia) | Brasília: a construção da nacionalidade
Brasil, Brasília e os brasileiros | Brasília: Memória da construção
A questão da capital: marítima ou no interior? | revista brasília
JK: Memorial do Exílio | Quanto custou Brasília
Brasília: história de uma ideia | Brasília: antecedentes históricos
braziliense | braziliana | ferroviaria
   

Bibliografia

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

• Pátios do Subsistema Ferroviário Federal (2015) - 6 Dez. 2015

  

Bibliografia
braziliana

Enciclopédia dos municípios brasileiros - 18 Mar. 2015

Grande sertão: veredas - 29 Out. 2014

Itinerário de Riobaldo Tatarana - 27 Out. 2014

Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 - 26 Out. 2014

Memórias do desenvolvimento - 19 Out. 2014

Preexistências de Brasília - 13 Out. 2014

Viagem pela Estrada Real dos Goyazes - 9 Out. 2014

Francesco Tosi Colombina - 3 Out. 2014

Estrada Colonial no Planalto Central - 27 Set. 2014

Chegou o governador - 12 Set. 2014

Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madrid - 3 Out. 2013

  

Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

Acompanhe

     

Busca no site
  
  
Página inicial do site Centro-Oeste
Página inicial da seção Ferrovias do Brasil
Sobre o site Brasília | Contato | Publicidade | Política de privacidade