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Agenda do Samba e Choro

A proposta da Cia. Paulista

Traçado dos trilhos proposto pela Cia. Paulista de Estradas de Ferro para Brasília
O mapa do suplemento Estradas de Ferro do Brasil, da Revista Ferroviária, 1965, apresentava traçados já estudados para os prolongamentos da Cia. Paulista e da EF Central do Brasil até Brasília. Ao contrário da proposta inicial de sua diretoria, a Paulista compartilharia o traçado da EF Goiás a partir de Pires do Rio. [Acervo: José Emílio Buzelin (SPMT) / Pesquisa e digitalização:: Christoffer R.]
     

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Silva, Ernesto. História de Brasília, p. 111-112

Obs.: Estou datando de "1955", por aproximação. O suicídio de Getúlio foi no final de Agosto do ano anterior, e levaria algum tempo até o marechal Pessoa tomar pé dos trabalhos da Comissão, conversar com os diretores da CPEF e receber uma proposta formal. No ano seguinte, JK tomou posse em Janeiro e algum tempo depois o marechal retirou-se da Comissão.

« (...) o marechal procurou diretamente os diretores da Cia. Paulista de Estradas de Ferro e expôs francamente o problema, apelando para o patriotismo dos responsáveis pela modelar estrada.

Depois de longa troca de idéias, os diretores decidiram enviar a seguinte proposta:

  1. A Cia. Paulista de Estradas de Ferro construiria, com a sua experiência e os seus técnicos, sem qualquer ônus para o governo (pagamento de taxa de administração) uma estrada de ferro, de Colômbia ao sítio da Nova Capital, verdadeiro prolongamento da Estrada de Ferro Paulista;

  2. o traçado proposto seria mais ou menos o seguinte, com as variações que o Governo brasileiro desejasse: Colômbia - Triângulo Mineiro - Catalão - um espigão que vem de Catalão até perto de Planaltina - Nova Capital. A estrada de ferro entraria na Nova Capital pelo Nordeste;

  3. o Governo brasileiro colocaria à disposição da Cia. Paulista de Estradas de Ferro as quantias necessárias à construção da estrada e nomearia uma comissão fiscal para verificar a aplicação do dinheiro público;

  4. a Companhia teria a prioridade de explorar a estrada por tempo indeterminado. No longo ofício enviado ao marechal Pessoa, os diretores da Estrada de Ferro Paulista orçavam a obra em Cr$ 6 bilhões e estimavam o término da construção em quatro anos (junho de 1956 a julho de 1960).

Esta importante e interessante proposta foi levada ao conhecimento do então presidente Café Filho, que infelizmente, não teve a necessária intuição e compreensão. De início rejeitou-a, taxando-a de desinteressante.

Assim, por causa daquela infeliz decisão do Presidente da República, não temos hoje em Brasília uma moderna ferrovia, pois, é sabido que a Cia. Paulista de Estradas de Ferro, totalmente particular, sempre foi modelo de organização.

Quando o eng° Maurício Jopert da Silva, em artigo escrito em O Globo, se referiu a esse fato, respondi-lhe em carta o que venho agora de relatar e disse mais: quando foi constituída a Novacap, de que fomos um dos diretores, insistimos várias vezes sobre o assunto; relatamos em reunião de Diretoria os oferecimentos e a proposta da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, mas fomos voto vencido. Verificamos, posteriormente, que os engenheiros da Novacap preferiam outra solução. »

  

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