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Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Sonho e razão: Lucas Lopes, o planejador de JK - 15 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

JK: Memorial do Exílio - 23 Set. 2013

A questão da capital: marítima ou no interior?

No tempo da GEB

Brasília: a construção da nacionalidade

Brasília: história de uma ideia

  

Ferrovias

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

   

Marcos da "idéia mudancista"
Marcha para oeste


 
Flavio R. Cavalcanti

Após o movimento de 1930, a idéia foi retomada com a Grande Comissão Nacional de Revisão Territorial e Localização da Capital, controlada pelo IBGE, porém este foi um período de crise e com o início do Estado Novo em 37 a idéia foi novamente “esquecida” [cf. HistoriaNet. - Obs.: Nessa época foi reeditado pela imprensa oficial o livreto de Varnhagen].

Vitoriosa a Revolução de 1930, a Constituinte de 1934 reafirmou a criação da nova capital federal no interior, imprimindo caráter de urgência ao projeto:

Será transferida a capital da união para um ponto central do Brasil. O presidente da República, logo que esta Constituição entrar em vigor, nomeará uma comissão que, sob as instruções do Governo, procederá ao estudo de várias localidades à instalação da Capital. Concluídos tais estudos, serão presentes à Câmara dos Deputados, que escolherá o local e tomará sem perda de tempo, as providências necessárias à mudança. Efetuada esta, o atual Distrito Federal passará a constituir um Estado.

Essa decisão da Constituinte — convocada a contragosto — parece não ter despertado o interesse do presidente Vargas, como forma de acelerar mudanças no equilíbrio de forças no interior. A Constituição de 1937, outorgada por ele — o Estado Novo —, ignorou o assunto.

Por isso, nas histórias mais resumidas da idéia de interiorização da capital o período 1930-1945 comparece como simples continuidade de um longo esquecimento — ou, sob a ótica da indignação cívica: descaso, protelação etc.

No entanto, o interventor (1930-1945) de Vargas em Goiás, Pedro Ludovico Teixeira, providenciou a construção de uma nova capital para o Estado — Goiânia, entre 1933 e 1937 — em substituição à velha cidade colonial de Goiás ("Goiás Velho").

Além de experiência, Goiânia viria a proporcionar um ponto de apoio à construção de Brasília, nos anos 50.

Mas não foi só — sua construção integrou um programa mais amplo, resultando na abertura de estradas e reorientação parcial das migrações internas. No censo de 1940, Goiás já aparecia como o quarto maior destino de migrantes, após Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

 

   

  

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Marcha para oeste | O livro de Cassiano Ricardo
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