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Fachada da estação de trem, ainda com a marquise
Aspecto da Estação até o início dos anos 80, ainda com a marquise central.
Foto: Rui Faquini [Guia de urbanismo, arquitetura e arte de Brasília. Andrea da Costa Braga e Fernando A. R. Falcão, Fundação Athos Bulcão, Brasília, 1997]
     

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Estação Ferroviária de Brasília
Como seria

Descrição "não-oficial" - memorial descritivo ainda não localizado.
Desenhos simplificados e fora de escala. Ver Maquete

A imagem da estação ferroviária, do lado da cidade, é um extenso volume horizontal, sobre poucos pilares, cobrindo um grande vão livre no térreo (pilotis).

Na verdade, há no pilotis — de piso negro — alguns volumes fechados por vidro fumê, recuados da fachada e pouco visíveis, na sombra, a quem se encontra do lado de fora, ao sol. Apenas uma pequena parede em azulejos claros se destaca.

A horizontalidade e extensão do prédio visível — em concreto aparente, só marcado pela longa seqüência de janelas emolduradas em relevo branco, a intervalos regulares — sugerem um trem de passageiros.

Duas torres engatadas por passarelas ao corpo principal — uma em cada extremidade — não chegam a interferir nessa impressão.

Estrutura da estação ferroviária de Brasília, com o acesso subterrâneo às plataformas dos trens

Entrada

Até os anos 80, o passageiro que chegasse de carro ou de ônibus desembarcaria a salvo do sol ou da chuva, sob uma ampla marquise — depois eliminada.

No centro do vão térreo, o passageiro teria visão imediata dos trens estacionados nas plataformas. Poderia dirigir-se diretamente à primeira plataforma, em frente; descer a escadaria de acesso às demais plataformas; percorrer o pilotis em busca de alguns serviços; ou subir à sala de espera no piso superior.

Piso térreo

A configuração permanente do pilotis inclui um volume retangular fechado, na ala sul; e duas fileiras de pequenas lojas — banca de revistas, farmácia, café, tabacaria — formando um corredor espaçoso em direção à lanchonete, na ala norte. Junto às lojas foi instalado o elevador de uso público.

A passagem direta para a primeira plataforma é estreitada, para permitir o controle de bilhetes de embarque.

Distribuição dos serviços e acessos na estação ferroviária de Brasília

Segundo um engenheiro da construtora [entrevista de 1976], o posto médico de emergência, previsto para a ala sul, deveria alinhar-se com o pequeno hospital a ser instalado no piso superior, compartilhando um dos elevadores privativos de ligação com a via de serviço do subsolo.

A lanchonete térrea da ala norte se alinharia, igualmente, com o restaurante do primeiro piso, compartilhando outro elevador privativo para a recepção de suprimentos entregues na via de serviço subterrânea.

Na prática, chegaram a funcionar a lanchonete e o restaurante — embora o elevador não tenha sido confirmado por seus empregados, na época.

As portas do volume fechado na ala sul foram divididas entre várias utilizações — escritório do chefe da estação (ferroviária), juizado de menores, entrada privativa para o escritório da RFFSA (piso superior), com elevador próprio. Mais tarde, uma porta foi destinada a um mini-shopping, contendo meia-dúzia de lojas minúsculas (souvenirs, cine-foto).

Piso superior

O andar de cima também tem piso negro, e as janelas — tubulões simulando parede de grande espessura — reduzem a entrada de luz e calor, durante o dia. De madrugada, inversamente, oferecem proteção contra os ventos frios que varrem o vão térreo.

A iluminação artificial é dispersada pela decoração do teto em chapinhas de alumínio, à guisa de forro rebaixado, que oculta as instalações elétricas e torna o ambiente repousante, sem reduzir o volume de ar.

A área central foi realmente destinada a uma ampla sala de espera (como afirmado pelo engenheiro da construtora), entre o restaurante da ala norte e uma fileira de lojas ao fundo.

Além da escada, dispõe de acesso pelo elevador público. Diante das lojas, uma abertura no piso, protegida por um balcão retangular, permite observação do movimento no térreo e melhora a aeração.

O acesso ao restaurante se dá atravessando o jardim de inverno que marca o início da ala norte.

A ala sul, de fato, dispõe de um elevador privativo, porém nenhum mini-hospital chegou a ser instalado.

Quando a estação foi alugada ao governo do Distrito Federal, a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), proprietária do prédio — e cuja sede permaneceu sempre no Rio de Janeiro — reservou-se a ala sul, para onde transferiu o escritório de Brasília, até então localizado em um pequeno prédio próprio, construído na via W-3.

Essa área reservada à RFFSA inclui um pequeno jardim de inverno, que facilita a divisão do espaço.

Piso superior da estação ferroviária

Piso inferior

Uma via de serviço ao longo de todo o piso inferior retiraria da fachada o trânsito de ambulâncias, carros de polícia e caminhões de entrega, de lixo etc. Para isso, elevadores de serviço fariam a ligação do subsolo ao térreo e ao piso superior.

Piso inferior da estação ferroviária

A parte central do piso inferior, na verdade, prolonga-se além da fachada posterior, por baixo das vias férreas, permitindo não só estender a passagem a novas plataformas, como dotá-la de lojas e serviços adicionais, à medida em que se fizessem necessários — sem alterar a edificação visível.

Com isso, mesmo na quinta plataforma, tripulações e passageiros poderiam dispor de determinadas facilidades sem percorrer todo o caminho até o prédio principal.

  

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