Terminal do Oleoduto São Paulo – Brasília, perdido no meio do
cerrado, entre a Estrutural (EPCL) e a Ceasa — sem acesso em direção
alguma. O único asfalto termina antes de atingir a 2ª passagem de
nível do Setor de Inflamáveis. Estará em operação?
Em pleno sábado / feriado, os portões permaneciam abertos mas
nenhum caminhão chegava, saía ou manobrava. O asfalto parece quase
sem uso. (Foto: Centro-Oeste, 7-Set-2002)
Há mais de 10 anos, César Sacco observava que o oleoduto iria
tomar a principal carga da ex-Cia. Mogiana de Estradas de Ferro no trajeto de Paulínia ao Triângulo
Mineiro, Goiás e Brasília. De fato, não tenho visto muitos
vagões tanque.