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Agenda do Samba e Choro

Referências

Museu de Valores - Banco Central

Cronologia das moedas brasileiras - Irdeb

Lemos Brito, José Gabriel de. Medidas e pesos durante o regime colonial. in Pontos de partida para a história econômica do Brasil. 3a. ed. São Paulo: Editora Nacional; [Brasília]: INL, 1980, p. 352-355. (Brasiliana; v. 155)

Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Sonho e razão: Lucas Lopes, o planejador de JK - 15 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

JK: Memorial do Exílio - 23 Set. 2013

A questão da capital: marítima ou no interior?

No tempo da GEB

Brasília: a construção da nacionalidade

Brasília: história de uma ideia

  

Bibliografia
braziliana

Enciclopédia dos municípios brasileiros - 18 Mar. 2015

Grande sertão: veredas - 29 Out. 2014

Itinerário de Riobaldo Tatarana - 27 Out. 2014

Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 - 26 Out. 2014

Memórias do desenvolvimento - 19 Out. 2014

Preexistências de Brasília - 13 Out. 2014

Viagem pela Estrada Real dos Goyazes - 9 Out. 2014

Francesco Tosi Colombina - 3 Out. 2014

Estrada Colonial no Planalto Central - 27 Set. 2014

Chegou o governador - 12 Set. 2014

Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madrid - 3 Out. 2013

  

Bibliografia

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Legislação

• Estrutura da Valec - Decreto 8.134, de 28 Out. 2013

• “Open access” e atuação da Valec - Decreto 8.129, de 23 Out. 2013

• Sistema Nacional de Viação - Lei 12.379, de 6 Jan. 2011

• Aviso RFFSA - Trens turísticos - 7 Out. 1992

Moedas | Medidas
   

Padrões monetários no Brasil
Réis, mil-réis, contos-de-réis


 
Flavio R. Cavalcanti
Medidas antigas | Moedas antigas

Ao longo do Império (1822-1889), República Velha (1889-1930) e primeira parte da era Vargas (1930-1945), a moeda brasileira foi o "mil-réis" — já que desde o século XVI o velho "real" não valia o custo da cunhagem.

• Com a Restauração [separação Portugal / Espanha, 1640], a moeda portuguesa voltou a circular no Brasil em 1654. Em 1669 circularam no país moedas de $80, $160, $320 e $640 réis. Em 1695 foram cunhadas na Bahia moedas de ouro de 1$000, 2$000 e 4$000; de prata, de $20, $40, $80, $160, $320 e $640; e foram introduzidas moedas de cobre de $10 e $20, cunhadas no Porto. Em 1749 o Maranhão passou a ter moeda própria, feita em Portugal, nos valores de $5, $10, $20, $40, $80, $160, $320 e $640. Em 1752 passaram a ser cunhadas em Minas Gerais moedas de $600, $300, $150 e $75 [Fonte: Irdeb].

A notação abreviada limitava-se ao cifrão ($) separando os mil-réis do resto.

Notação
numérica
Referência Valor
(em réis)
$1 real 1
$2 réis 2
1$000 mil-réis 1 mil
1:000$000 conto-de-réis 1 milhão
1.000:000$000 mil contos-de-réis 1 bilhão

À direita do cifrão, indicavam-se valores "fracionários".

• Durante o Império essas frações eram representadas por moedas de $10, $20 ("vintém"), $40, $80, $160, $320 ("pataca") e $640 réis. A expressão "de meia-pataca", indicando coisa "sem valor", é sugestiva da quantia considerada digna da atenção de pessoas de bem — certamente, não menos de $100. Ainda deviam circular moedas de $37,5, $75 e $960, cunhadas em 1810. A partir de 1834 (Regência), começam a circular moedas de $100 ("tostão"), $200, $400, $800. Em 1846 (início do Segundo Reinado) foi lançada a moeda de $500. Em 1871, as moedas de níquel de $50, $100 e $200, refletindo talvez o sistema métrico-decimal adotado 9 anos antes [Fonte: Irdeb].

À esquerda do cifrão, indicavam-se os valores "inteiros". Em quantias "redondas", era comum omitir os "000" à direita do cifrão.

• Embora houvesse moedas de valor redondo (1$, 2$, 5$, 10$ e 20$), nem por isso deixavam de circular as de valor significativo, não-redondo, como 1$200, 6$400 etc.

A casa dos milhões era separada por dois pontos — "1:000$000", ou simplesmente "1:000$" — e a denominação era "conto-de-réis".

Mil contos significavam 1 bilhão de réis. A partir daí, a separação das casas de milhar se fazia por pontos — "1.000:000$000".

• À falta de um padrão oficial, alguns autores / impressores adotaram grafias divergentes.

E quanto valia?

Durante todo o século XVIII, a cotação do real foi oficialmente mantida entre 1$600 e 1$200 por oitava de ouro [1/8 de onça].

Com a volta de D. João VI para Portugal, levando o Tesouro (1821), o Brasil passou a emitir dinheiro sem lastro metálico, e portanto com valor em rápido declínio.

• "A paridade legal do mil-réis (...) que na época da Independência era de 67½ pence (correspondente a 1$600 por oitava de ouro de 22 quilates), foi reduzida a 43½ pence em 1833 e a 37 pence em 1846. No decênio dos cinqüenta, a taxa média anual esteve a 27, ou acima de 27, durante seis anos em dez, e em todos os anos foi superior a 25. Nos sessenta, a média anual alcançou 27 num ano e foi superior a 25 em cinco anos. Nos setenta, alcançou 27 num ano e foi superior a 25 em quatro anos. Nos oitenta, não alcançou 27 em nenhum ano, foi superior a 25 em dois e inferior a 20 em dois. Nos noventa foi inferior a 20 em nove anos" [Furtado, p. 203. O penny (plural = pence) é uma fração de 1/12 do shilling, que por sua vez é uma fração de 1/20 da libra esterlina].

A cotação "ao par" — às vezes descrita como "ao câmbio de 27 d." — era indicativa de "1$000 do Brasil = 27 dinheiros esterlinos" [Lemos Brito].

Em 1832 (Regência), o real foi fixado em 2$500 por oitava de ouro. Em 1846 (inícios do 2º Reinado), a 4$000 por oitava.

Empréstimos (quando possíveis diante da conjuntura externa) lastreavam a emissão de dinheiro, reequilibrando o câmbio em patamares mais ou menos elevados, durante períodos maiores ou menores.

• "E é preciso acabar de uma vez por todas com a lenda do câmbio a 27, na monarquia. Rarissimamente a essa taxa se elevou. E sempre na onda de um empréstimo em ouro. | Assim, passageiramente, houve câmbio a 27 nos anos de 58, 59, 60, 62, 63, 64 e 65. Seis meses em 75 e 3 meses em 88. E em 89, de janeiro a abril, e de julho a novembro. Porque, em 85, o câmbio oscilou entre 17 e 19. Em 86, entre 17 e 21. Em 87, a média anual foi de 22. O câmbio elevara-se em 88 e 89, graças ao empréstimo de seis milhões, feito pelo Ministério João Alfredo, e ao de vinte milhões no gabinete Ouro Preto, para conversão de outros empréstimos. Além disso, obtivera Afonso Celso [Ouro Preto] um crédito de três milhões na Casa Rothschild" [Mangabeira, p. 48].

Com o ciclo do ouro distanciando-se na memória, tais empréstimos teriam de ser pagos com exportações — e na maior parte do período imperial elas não foram suficientes para tornar a situação confortável.

Padrões monetários desde 1942

De 1942 (era Vargas / II Guerra Mundial) em diante, o Brasil passou por 8 mudanças de padrão monetário — além de alguns ajustes provisórios, que eliminavam os centavos, sempre que perdiam qualquer significado exceto o de sobrecarregar calculadoras e outras máquinas:

Moeda Notação Conversão inicial Data Conversão
acumulada
Real (reais) R$ 1,00 CR$ 2.750,00 1º jul. 1994 2.750.000.000.000:000$000
Cruzeiro Real CR$ 1,00 Cr$ 1.000,00 1º ago. 1993 1.000.000.000:000$000
Cruzeiro Cr$ 1,00 NCz$ 1,00 16 mar. 1990
Novo Cruzado NCz$ 1,00 Cz$ 1.000,00 16 jan. 1989 1.000.000:000$000
Cruzado Cz$ 1,00 Cr$ 1.000,00 28 fev. 1986 1.000:000$000
Cruzeiro Cr$ 1,00 NCr$ 1,00 15 mai. 1970
Cruzeiro Novo NCr$ 1,00 Cr$ 1.000,00 13 fev. 1967 1:000$000
Cruzeiro Cr$ 1,00 1$000 1º nov. 1942 1$000
Mil-réis 1$000     1$000
Real (réis) $   1    
«» ª … •’ — “”
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Cruzeiro do Sul
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Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

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