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• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

  

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

 

Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Sonho e razão: Lucas Lopes, o planejador de JK - 15 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

JK: Memorial do Exílio - 23 Set. 2013

A questão da capital: marítima ou no interior?

No tempo da GEB

Brasília: a construção da nacionalidade

Brasília: história de uma ideia

  

Bibliografia
braziliana

Enciclopédia dos municípios brasileiros - 18 Mar. 2015

Grande sertão: veredas - 29 Out. 2014

Itinerário de Riobaldo Tatarana - 27 Out. 2014

Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 - 26 Out. 2014

Viagem pela Estrada Real dos Goyazes - 9 Out. 2014

  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

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Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
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Trens turísticos

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Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
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Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Missão Cruls


Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil
Rio de Janeiro, 1894
(Codeplan, Brasília, 1992)

1ª Missão Cruls
1892-1893

Índice
Introdução
Carta de Glaziou
Índice das fotos
Relatório
Pessoal
Ferrovias e desenvolvimento

Trata-se do famoso "Relatório Cruls" (1894), referente à 1ª Missão Cruls (1892-1893), durante o governo Floriano Peixoto.

Relatório da Comissão de Estudos da Nova Capital da União
Typo-lith. Carlos Schmidt, Rio de Janeiro, 1896

2ª Missão Cruls
1894-1896

Instruções (1894)
Pessoal e itinerários
Trabalhos
Ferrovia Catalão-Cuiabá
Ofício Cruls
O local quase escolhido
Relatório de Glaziou

Trata-se do Relatório "parcial" (1896), referente à 2ª Missão Cruls (1894-1895), abortada pelo corte de verbas no governo Prudente de Morais.

Sobre Luís Cruls

Louis Ferdinand Cruls
A via Cruls, by Pimentel
Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar

Home to Cruls

   

Livro: Brasil, Brasília e os brasileiros
Eliezer Batista:
um depoimento sobre Brasília


 
Brasil, Brasília e os brasileiros
páginas 196-197

Extratos de uma entrevista concedida aos coordenadores deste livro, julho de 2002

p. 196

Eliezer Batista foi presidente da Companhia Vale do Rio Doce de 1961 a 1964, e de 1979 a 1986, ministro das Minas e Energia em 1962-1963, e ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos em 1992, além de fundador do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentado.

Sobre Brasília

... O desenvolvimento na década de 1950 estava quase todo confinado à costa e, infelizmente ainda está, em grande parte, a 200 km da costa, onde se concentra a atividade econômica. O grande desenvolvimento da agricultura moderna e as migrações internas vieram mostrar a importância do interior, especialmente porque não havia logística adequada, no sentido de noção de custo. Podia-se produzir qualquer coisa no interior, mas não se podia trazer para a costa. Nesse meio tempo, foram desenvolvidas novas vias de transporte.

A CVRD é um exemplo disso, tanto em Carajás quanto em Minas Gerais. Hoje, o desenvolvimento da logística, sobretudo de transporte interno e portuária, em paralelo com a logística marítima, valorizou-se significativamente, mostrando a clarividência da idéia de levar o desenvolvimento para o interior. Com a sede do governo num centro brasileiro — não sei se é o centro geodésico, mas não deve estar muito longe de sê-lo — criou-se uma fonte nova de irradiação de poder e, portanto, de desenvolvimento conjugado ao poder. Sem dúvida, o tempo vai mostrar cada vez mais a importância dessa decisão [de interiorizar a capital] porque as zonas do interior do Brasil (o cerrado e seu desenvolvimento) têm uma importância enorme. Vê-se o esforço da Embrapa em abordar cientificamente os [?], de modo a propiciar resultados econômicos satisfatórios. Sem a base científica e tecnológica não se chega à economia. Com a logística de transporte terrestre e portuária, o interior do Brasil passou a ter outra dimensão...

*****

Essas questões, vistas a partir de Brasília, têm uma significação muito maior. Não tenho dúvida de que o tempo confirma a decisão [de construir Brasília] tomada àquela época, justificando-a cada vez mais. Por ter sido uma decisão geopolítica, geoeconômica extremamente importante, permitiu o aproveitamento do Brasil. A engenharia espacial do Brasil tomou uma outra dimensão na qual o fator tempo tem um papel decisivo. A construção de Brasília correspondeu, portanto, a uma visão correta.

*****

Por que o Planalto Central? Porque talvez seja mais próximo do centro geodésico do país. Se a questão era a distribuiçao geográfica, então o Triângulo Mineiro era mais ligado ao Sul do Brasil. Talvez na escolha do Planalto Central, ligado ao Centro e à Amazônia, tenha prevalecido uma noção de equilíbrio de massas. No entanto, é quase certo que o Triângulo Mineiro tinha condições locais melhores, mas não sob essa perspectiva. Já existia também alguma infra-estrutura em Uberaba, Uberlândia. No Planalto Central havia um vazio. Pelo lado econômico (...) o Triângulo Mineiro teria essa vantagem. Podia-se chegar lá e, a partir de lá, teria um stepping stone para a conquista do interior. Economicamente nas condições da época, eu optaria pelo Triângulo Mineiro.

p. 197

Mas tinha algumas vantagens, não é? O clima não é ruim. Tem precipitação elevada e concentrada em seis meses por ano. Acho que Brasília chove quase o dobro do Rio. Isso é um fator importantíssimo. Água é o grande problema deste século. O Brasil tem disponibilidade de água, um dos grandes pontos de atração. E ssse imenso território não seria desenvolvível se não tivesse água em abundância. Rios enormes, energia hídrica que pode ser sacada dos rios. E um clima — o Planalto tem Mato Grosso, o Mato Grosso do Norte agora, aquelas chapadas dos Parecis — tudo são terras altas com bom clima. A natureza não é tão hostil como a hiléia amazônica, por exemplo. O desenvolvimento da Europa, segundo analistas, deve-se às condições pouco hostis à vida humana; o contrário não atrairia o desenvolvimento humano. Esse foi um fator importante na escolha de Brasília.

*****

Brasília "irradiou" estradas e progresso, a exemplo de Tocantins, Roraima e Acre — estes últimos com acesso pela Venezuela e Peru. Na decisão sobre Brasília, prevaleceu uma noção dinâmica que, por razões lógicas, se chegaria ao equilíbrio das massas. Não só evoluiu a cidade mas a massa cultural. Eles estavam certos! Israel era visionário, tinha noção do que ia acontecer, mas os custos não eram quantificados. A convicção de Israel era intuitiva pois não se tinham os instrumentos atuais para os cálculos da lógica.

Sobre Israel Pinheiro

Era um homem extremamente inteligente e criativo, com um pensamento voltado para proposições a prazo longo, o que não é comum entre nós. Tinha uma fantasia (no sentido grego de imaginação), controlada pela sua formação de engenheiro e, por isso, possuía visão quantificada das coisas. Sua percepção era muito mais clara da realidade do que as pessoas que não tinham essa formação.

*****

Israel teve, sem dúvida nenhuma, grande influência sobre Juscelino Kubitschek, médico de formação. A Israel coube influir na questão do desenvolvimento. O presidente conhecia a questão do desenvolvimento, talvez pelo contato, por exemplo, no caso da Mannesmann e outros, onde ele começou a entender o processo de industrialização. Além disso, ele era cercado por pessoas como Lucas Lopes e outros que tinham uma formação de engenharia. Mas esse papel coube sobretudo a Israel Pinheiro.

Ele tinha aquela maneira de falar uma coisa importantíssima com uma simplicidade tão grande que a pessoa que estava ouvindo não se dava conta da relevância. Hoje é muito comum o contrário disso. Fala-se de uma coisa minúscula e faz-se parecer ciência, quando são temas de menor significação. Israel era justamente o contrário. Ele tinha essa vantagem de ser engenheiro. Não é que engenheiro seja uma coisa sobrenatural, é um homem como outro qualquer, mas tem uma iniciação ao processo de quantificação.

Sobre a Cia. Vale do Rio Doce

A maneira que eu vejo Israel com relação à Vale do Rio Doce vai muito além de uma empresa de mineração. Ele pensava sobretudo em termos do Brasil. A CVRD, sob a ótica da logística, permitiria o aproveitamento de uma nova via de acesso à costa (Estrada de Ferro Vitória a Minas) para exportar um produto excedente e que podia ser uma fonte de riqueza para o Brasil. Foi, aliás, o que aconteceu, porque o projeto original da Vale era um projeto relativamente pequeno, para atender a questão de suprimento de minério de ferro, abundante em Itabira.

O grande mérito de Israel não foi pelo lado empresarial, apenas — também o foi — mas sobretudo pelo lado macro, da visão que ele já tinha do desenvolvimento num país como o Brasil, de dimensões continentais, que requer uma logística muito definida.

  
Brasília e a ideia de interiorização da capital
Varadouro | Hipólito | Bonifácio | Independência | Vasconcelos | Império | Varnhagen
República | Cruls | Café-com-leite | Marcha para oeste | Constitucionalismo | Mineiros | Goianos
CC | A origem da “história” | Ferrovias para o Planalto Central
PAC - Plano de Aceleração do Crescimento (10 Mar. 2009)
Rede em bitola larga | Bitola métrica | Trecho sul da Norte-Sul | Extensão da Norte-Sul | Ferrovia Oeste-Leste | Integração Centro-Oeste | Corredor Bi-Oceânico Sul | Extensão da Nova Trans | Hidrovias | TAV Rio - São Paulo
Planos ferroviários
1835: Plano Vasconcelos | 1838: Plano Rebelo | 1869: Plano Morais | 1871: Carta itinerária | 1874: Plano Ramos de Queiroz | 1874: Plano Rebouças | 1881: Plano Bicalho | 1882: Plano Bulhões | 1882: Plano Ramos de Queiroz (II) | 1886: Plano Rodrigo Silva | 1890: Plano da Commissão | 1912: Plano da Borracha | 1926: Plano Baptista | 1926: Plano Pandiá Calógeras | 1927: Plano Paulo de Frontin | 1932: Plano Souza Brandão | 1934: Plano Geral de Viação Nacional | 1951: Plano Nacional de Viação | 1955: Comissão Pessoa | 1956: Plano Ferroviário Nacional | 1964: Plano Nacional de Viação (DF) | 1973: Plano Nacional de Viação | PAC (Mar. 2009) | As ferrovias construídas (Dez. 2004)
   

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

• Pátios do Subsistema Ferroviário Federal (2015) - 6 Dez. 2015

  

Ferreoclipping

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• Estação Pirajá completa a Linha 1 do Metrô de Salvador - 28 Nov. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Bibliografia

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

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