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• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

  

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

Estação ferroviária de Ribeirão Preto, da antiga Cia. Mogiana de Estradas de Ferro
Estação de Ribeirão Preto: sistema de cobertura formado por 24 módulos de concreto armado, com 10,5 m de lado e 6 m de altura.

Ferrovias

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

• Pátios do Subsistema Ferroviário Federal (2015) - 6 Dez. 2015

   

Brasília e a Cia. Mogiana de Estradas de Ferro
Estações da Companhia Mogiana
de Estradas de Ferro


 
Segawa, Hugo - "Oswaldo Arthur Bratke", p. 213-216

1960

Integrando planos de expansão e modernização de suas instalações e serviços -- considerando a perspectiva de servir à nova capital, Brasília --, a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro promoveu a construção de novas estações na primeira metade dos anos 1960. Nesse processo, Oswaldo Bratke foi encarregado de projetar os terminais de Ribeirão Preto e Uberlândia, além da reforma de algumas estações.

A conceituação arquitetônica desses edifícios nasceu de pressupostos urbanísticos: estações ferroviárias são importantes referências urbanas, indutoras de crescimento e desenvolvimento material nas áreas aos seus redores, sejam elas consolidadas anteriormente, ou originadas a partir da presença desses equipamentos. Cria-se, nesse sentido, uma interação proveitosa entre a estação ferroviária como equipamento de uso público e o setor da cidade no qual está implantada, caracterizando uma vida urbana peculiar. É tradição o surgimento de um vivo aglomerado de comércio e de prestação de serviços na vizinhança das estações. No padrão brasileiro, essas atividades ocorriam fora e próximas à estação -- nunca dentro delas. A estação ferroviária abrigava exclusivamente os serviços relacionados ao transporte e serviços de apoio e conforto aos passageiros.

A proposta de estação ferroviária de Bratke contrariava esse padrão. Reconhecendo a situação urbanística privilegiada das estações ferroviárias e considerando que os terminais ferroviários demandavam grandes terrenos valorizados próximos ou dentro da malha urbana -- não apenas para a estação em si, mas incluindo os pátios de manobra --, exigindo valores vultosos na sua realização, os investimentos envolvidos na modernização do sistema ferroviário requeriam recursos cuja amortização seria demasiadamente alongada se dependesse somente das rendas da operação de transporte. As principais estações projetadas por Bratke previam não somente as instalações ferroviárias para o adequado atendimento de passageiros e carga, como acoplavam centros comerciais e de serviços diversificados (à maneira de um shopping center, na escala dos anos 1960), administrados por terceiros, visando uma alternativa de retorno do investimento global e recursos para manutenção da estação.

A capa do livro de Segawa sobre Bratke
Cortesia: Otávio Barros
   

Bibliografia
braziliense

Conterrâneos Velhos de Guerra - roteiro e crítica - 7 Nov. 2014

Como se faz um presidente: a campanha de JK - 21 Ago. 2014

Sonho e razão: Lucas Lopes, o planejador de JK - 15 Ago. 2014

Brasília: o mito na trajetória da Nação - 9 Ago. 2014

Luiz Cruls: o homem que marcou o lugar - 30 Jul. 2014

Quanto custou Brasília - 25 Set. 2013

JK: Memorial do Exílio - 23 Set. 2013

A questão da capital: marítima ou no interior?

No tempo da GEB

Brasília: a construção da nacionalidade

Brasília: história de uma ideia

Planta baixa da estação ferroviária de Ribeirão Preto
Planta da estação de Ribeirão Preto
Vista da estação ferroviária de Ribeirão Preto
Vistas da estação de Ribeirão Preto. Espaçamentos de 40 cm entre os elementos de cobertura, além de garantir autonomia construtiva, respondem pela iluminação natural dos ambientes,
filtrada por pequenos domos de plástico. Configuram linhas de luz que, centralizando também a iluminação artificial, resultam num curioso efeito visual.
A separação entre cobertura e compartimentos visa garantir circulação de ar permanente, minimizando as altas temperaturas frequentes na região.
Vista da plataforma de embarque nos trens, da estação ferroviária de Ribeirão Preto
Brasília nos planos ferroviários (DF)
Ferrovias concedidas do plano de 1890 | EF Tocantins | Cia. Mogiana | Ferrovia Angra-Catalão | EF Goiás | Ferrovia Santos - Brasília
O prolongamento da Estrada de Ferro Central do Brasil | A ferrovia da Cia. Paulista | Ferrovias para o Planalto Central | Documentação
As ferrovias no Plano de Metas de JK
Dias: BNDE & Plano de Metas | Lafer: Plano de Metas | Lacerda: BNDES & cargas
   

A execução de uma estação por etapas, considerando a aspiração por incorporar paulatinamente outras funções além dos serviços de transporte, transparece na solução construtiva dos edifícios. Para assegurar flexibilidade de crescimento espacial gradual, o arquiteto desenhou uma estrutura em forma de parabolóide hiperbólica que, reunidas e combinadas, compõem uma cobertura que confere um caráter formal próprio ao sistema de estações. Definindo a completa independência entre a cobertura e as dependências ao nível do usuário, o sistema permitia a ampliação física da estação em momentos distintos, sem prejuízo do funcionamento das fases implantadas anteriormente.

Selecionadas e adquiridas as áreas compatíveis com esse programa (em Ribeirão Preto e Uberlândia, afastadas das áreas adensadas), a implantação dos projetos se desenvolveria basicamente em três fases:

1) infra-estrutura ferroviária e dependências da estação;

2) complementação das utilidades de apoio aos passageiros;

3) setor comercial / serviços voltado ao bairro.

Tanto a estação de Ribeirão Preto como a de Uberlândia somente tiveram a primeira etapa realizada. O conceito global que orientou a proposta arquitetônica jamais foi implantado.

   
O uso da terra nas ideias de interiorização da capital
Hipólito | Bonifácio | Tavares Bastos| Rebouças | Rui Barbosa | Glicério | Township à brasileira | Medidas | O exemplo americano
Modularidade da estação ferroviária de Ribeirão Preto
A arquitetura da estação de Ribeirão Preto não se baseia na definição de fachadas; configura-se como um continuum,
como um sistema aberto que pode crescer e mudar a qualquer tempo.
Concepção artística da estação ferroviária de Uberlândia
Desenhos iniciais da estação de Uberlândia
Concepção do projeto para a estação ferroviária de Uberlândia
Brasília e a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
Plano de Metas | Mudança do tronco | Retificação de trechos | Reaparelhamento | Pátios e estações | Dieselização acelerada
Tronco | Rio Grande | Catalão (1) | Igarapava e Catalão (2) | Quadros da retificação | Abertura de trechos até 1944
Mapas: 1984 | 1970 | 1954 | 1898 | Locomotivas em 1921 | Locomotivas Fepasa | Caboose
Referências
RF, 1957: 5 de 30 locomotivas G-12 | RF, 1960: 23 locomotivas GL8 | RF, Out. 1960: Um grande plano
Correio Paulistano, 1963: Retificação | Refesa, 1970: Retificação para Uberaba
Cury: Concessões e trilhos | Cury: Cronologia | Suplemento RF 1945 | Suplemento RF 1960 | Relatório CMEF 1956-1959
As ferrovias na construção de Brasília
As opções em 1956 | Logística | Ferreocap | 1957: Decreto-convênio | 1962: Des-ferreocap
A chegada do trem a Brasília
Um trem para Brasília | O primeiro trem para Brasília
"Trens de luxo para Brasília" | Expresso Brasil Central | Reinauguração do Bandeirante
Ligação Santos-Brasília | Balanço de fim de jornada
Pátio de Brasília será o maior | A nova estação de Brasília
Abastecimento de combustíveis | Variante Pires do Rio e mudança do DNEF
A logística da construção | As ferrovias da Novacap
4ª viagem Experimental de trem para Brasília | Os trens experimentais do GTB
Brasília nos planos ferroviários (DF)
Ferrovias concedidas do plano de 1890 | EF Tocantins | Cia. Mogiana | Ferrovia Angra-Catalão | EF Goiás | Ferrovia Santos - Brasília
O prolongamento da Estrada de Ferro Central do Brasil | A ferrovia da Cia. Paulista | Ferrovias para o Planalto Central | Documentação
Brasília e a ideia de interiorização da capital
Varadouro | Hipólito | Bonifácio | Independência | Vasconcelos | Império | Varnhagen
República | Cruls | Café-com-leite | Marcha para oeste | Constitucionalismo | Mineiros | Goianos
CC | A origem da “história” | Ferrovias para o Planalto Central
  

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